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Arthur diz que não quer mais ser candidato

Durante leitura da mensagem na Câmara Municipal de Manaus, prefeito falou sobre candidatura à presidência

REDAÇÃO TODA HORA

Publicado em 6 de fevereiro - 13:01

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Durante discurso na abertura dos trabalhos na Câmara Municipal, o prefeito Arthur Virgílio disse que fez pedido para que fosse descontado de seu salário os dias que viajou para discutir as prévias do PSDB que vai escolher o candidato a presidente da República. “Nesses dias em que estive tentando ser candidato a presidente quem governou efetivamente foi Marcos Rotta, nada mais justo que eu não receba”,  declarou. 

Arthur também disse briga pela vaga para que a Amazônia seja respeitada e para mostrar para os políticos da nova geração que todos podem sonhar alto. Ao final, declarou que não tem mais a intenção de ser candidato a outro cargo no Amazonas. “Não pretendo mais me candidatar no Amazonas. Disputo as prévias e quero ser um bom prefeito”, argumentou. 

Arthur esteve na CMM na manhã desta terça-feira

Foto: Alex Pazuello/ Semcom

Amazonino reúne prefeitos e faz doação 

Amazonino Mendes, que declara que não é candidato à reeleição, reuniu 26 prefeitos do interior, na manhã desta terça, dia 6, para lançar um novo programa de ações na área de saúde. O evento teve toda a pinta de comício, com direito a apresentador entusiasmado e claque efusiva. Foram entregues pick-ups, motocicletas e lanchas. 

Reunião aconteceu no Vasco Vasquez

Foto: Reprodução/ Facebook

Sabá diz que Amazonino fez teatro

O deputado Sabá Reis disse que o governador Amazonino Mendes fez teatro durante a abertura dos trabalhos na Assembleia, na última quinta, dia 1º. “Ele não leu relatório de ações do que fez e nem as metas para este ano. Fez discurso vazio”, declarou.  Reis ainda também chamou atenção para o fato de que Amazonino afirma em entrevistas que encontrou um déficit de R$ 1,2 bilhão na Secretaria de Saúde, porém, o texto da mensagem do governo fala em R$ 350 milhões. “Poderia ter explicado isso”, disse o deputado.

‘Maus caminhos’ começou em 2013

Ao apresentar a denúncia contra os envolvidos na Operação Maus Caminhos, o procurador da República Alexandre Jabur disse que dos R$ 115 milhões desviados pela quadrilha, R$ 20 milhões foi apenas para pagamento de propina para agentes públicos, como secretários e políticos. Segundo ele, as propinas a secretários iniciaram no credenciamento do Instituto Novos Caminhos, do médico Mouhamad Moustafa, ainda em 2013 e, desde lá, o esquema ganhou força, culminando durante a gestão de José Melo. Segundo Jabour, as denúncias apresentadas à Justiça ontem encerram a primeira e a segunda fases da Operação (Maus Caminhos e Custo Político), mas que não descarta que a Polícia Federal ainda esteja desdobrando as ações ou que haja processos sob sigilo de Justiça tramitando no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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